VI Encontro Obitel Brasil 2017






Com o objetivo de ampliar o diálogo sobre os estudos da ficção televisiva entre a academia e o mercado, a Globo realizou nos dias 5 e 6 de dezembro o VI Encontro Obitel Brasil, que reuniu pesquisadores, professores e estudantes de telenovela no auditório da Escola de Comunicação e Artes da USP. "A ideia do Obitel não é ser apenas um projeto acadêmico, mas híbrido. Precisamos fazer pontes com produtores e realizadores desta área. E o Globo Universidade consolidou e permitiu essa conexão", comentou Maria Immacolata Vassalo de Lopes, coordenadora do Obitel Brasil.


Roseli Figaro (PPGCOM), Eduardo Monteiro (Diretor-ECA-USP), Claudemir Edson Viana (ECA-USP) e Maria Immacolata (Obitel Brasil/ECA-USP). Fonte: Globo Universidade/Divulgação

Publicado originalmente em - Globo Universidade - 06/12/2017


No primeiro dia de encontro, pesquisadores vindos de instituições de todo o Brasil tiveram a oportunidade de apresentar seus projetos, que trouxeram reflexões sobre obras como Velho Chico, Supermax e Liberdade, Liberdade.

Já no segundo dia, a diretora de Responsabilidade Social da Globo, Beatriz Azeredo, abriu a manhã compartilhando as iniciativas de responsabilidade social da Globo aplicadas em telenovelas. "As novelas funcionam como disparadores de conversas, reflexões e mudanças estruturais na sociedade. Nesse sentido, nosso papel é identificar oportunidades dentro do que vai para o vídeo e mobilizar a população para potencializar estas transformações", destacou Beatriz.

Em seguida, Lucas Paraizo, redator final de Sob Pressão, falou sobre o processo de criação da série: "Dentro do emaranhado de informações que coletamos durante a pesquisa, decidimos nos afastar dos seriados americanos. Precisávamos criar uma coisa que fosse nossa, com nossas particularidades. Por isso, decidimos mostrar a realidade do Brasil, do hospital público, em toda a sua precariedade".


Fonte: Globo Universidade/Divulgação


Para fechar o encontro, o professor de Mídia e Filme Matt Hills, da University of Huddersfield, da Inglaterra, abordou o estudo de fanfiction e a relação com marcas: "Às vezes, as criações de fãs para determinadas produções são tão intensas e bem estruturadas que funcionam quase como uma marca independente. Normalmente, as produções optam por deixar este novo universo ser criado pelos fãs, mas sem deixar que interfiram no conteúdo original. Assim as duas narrativas caminham no paralelo", explicou.

Professor Matt Hills - University of Huddersfield. Fonte: Globo Universidade/Divulgação

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